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Ninho Titulos5 Entrevista com Ana Vieira Pereira, Isabel Cortesi e Dra. M. Auxiliadora Gabarra em 19 de Junho de 2015.

Desenvolvimento da Escrita - Ana Vieira Pereira

Ana Vieira é professora, escritora e mãe de 7 filhos. Nesse episódio Ana fala sobre como podemos ter o melhor desenvolvimento da escrita e também sobre a alfabetização precoce: Ana Vieira: “O elemento da leitura é super importante, ninguém precisa ficar falando que é importante ler… Mas a pratica da leitura com certeza, tem um mundo que você pode viajar dentro daquilo.

Assim como é muito importante contar histórias para as crianças pequenas, é importante também ler para essas crianças perceberem que dentro daquele objeto (livro) existe tudo aquilo que elas vão poder acessar nesse lugar também, não muito cedo, na hora certa. Essa alfabetização precoce é mais um desserviço que um serviço. Não é assim o quanto antes você faz as coisas melhor.

A gente sabe que tem uma porção de coisas que têm a época certa, não é melhor engravidar o quanto antes melhor, tem o momento certo, pra aprender a ler também. Às vezes você acelera um processo e a criança perde várias coisas ao longo desse tempo em estar ocupada aprendendo a ler, onde devia estar ocupada subindo numa arvore, pulando amarelinha, fazendo outras coisas que são mais necessárias nesse momento.

Agora os pais, professores precisam ler também, ler por prazer. Com a escrita a mesma coisa. O exemplo é super importante e é super difícil você encontrar famílias e professores que tenham esses dois elementos em si mesmos. Um professor que não escreve ele não consegue auxiliar o seu aluno progredir na escrita porque ele próprio não encontrou as barreiras, os problemas, não precisou resolver o seu próprio texto, como é que você ajuda o outro? Tem que ter a pratica, a vivencia daquilo, pra poder ajudar quem está dando esse passos.

A criança absorve pelo exemplo do que ela ver fazer. O que tem mais força pra criança é ação. O pai que senta e fala: “Que bom dez minutos que eu posso pegar o meu livro e ler!”, a criança capta aquilo e fala: “Ah, livro momento de prazer”!

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Tempo e Sossego para Brincar - Ninho da Infância

A educadora waldorf, Glaucia Marques, no bloco “Ninho da Infância” no programa “Ninho na Tv”, nos fala sobre o que a criança precisa para o seu melhor desenvolvimento. Gláucia: “A criança precisa de tempo e sossego para brincar. Ela precisa pensar, decidir, do que vai brincar, com quem, com quais brinquedos e principalmente precisa preparar a brincadeira.

Às vezes leva mais tempo na preparação da brincadeira, do que no ato de brincar. A criança pequena vive no processo e toda essa vivência, na preparação da sua brincadeira, essa construção, atua na sua própria formação. O excesso de brinquedo atrapalha todo esse processo. A criança quer compreender o valor de cada brinquedo e mais importante, ela quer, ela precisa, se vincular ao brinquedo.

Valor e vinculo, qualidades importantes a serem desenvolvidas em nossa época. A criança tem uma tarefa muito importante no seu primeiro momento de vida, do nascimento até os sete anos. Ela quer fazer parte da vida, ela quer entrar na vida e nós adultos temos que tornar isso possível à ela. É como se fosse uma lição de casa, a lição de casa da primeira infância: a criança precisa brincar espontaneamente.

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Contos de Fadas - Isabel Cecília Cortesi

Isabel Cortesi, professora, terapeuta artística e mãe, fala para o “Ninho na Tv” sobre a importância de contarmos ou lermos “Contos de Fadas” para as crianças e os seus benefícios. Isabel: “Existem contos de fadas no mundo todo, em todas as culturas. Fadas fazem parte desse mundo misterioso que permeia todo nosso mundo. Principalmente quando a gente está próximo à natureza, a gente pode perceber.

Fada é todo esse mistério que tem e que a gente não entende, mas ele é vivo, ele pertence ao ser humano. As crianças pequeninas, pra cima dos quatro anos, elas se encantam com os contos que elas conseguem acompanhar, não contos longos ainda, a partir dos cinco anos sim, contos longos com rei, rainha, príncipe, princesa… As pequenininhas de dois, três, quatro anos, elas gostam que a gente conte pra elas o que acontece no dia a dia, tanto de bichos, quanto de plantas, quanto das crianças mesmo, que são os contos repetitivos, que sempre você fala a mesma frase.

Por exemplo a historia da “Galinha Ruiva” que ciscou e achou uma sementinha de milho e ela convida o cachorro, o gato, o porco e o pato pra irem plantar com ela e eles não querem e ela vai… E sempre vai repetindo. Isso é muito bom pros pequenos ou então contar do próprio dia da criança, falar o nome da criança, acordou, depois comeu, foi brincar no jardim, encontrou uma borboleta, depois chegou a hora de descansar, foi pra caminha…

É tudo válido, você não precisa ler, você pode contar falando. Os contos são pertencentes a cada cultura e nós temos a sorte de que algumas pessoas, ao longo da historia humana, juntaram esses contos. Têm os contos dos “Irmãos Grimm”, que não foram eles que escreveram, eles coletaram. No Brasil a gente teve o Câmera Cascudo que fez essa coleta dos contos. Nós temos os contos de fadas brasileiros que têm origem européia. Temos também os contos indígenas brasileiros, que a gente tem que fazer um filtro pra ver onde a gente usa.

Existem os contos de fadas, “Branca de Neve”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Ursos”, esses que a gente ouve do mundo Disney, mas não esses adaptados ao Disney, os verdadeiros, os que têm todo caminho normal que o mau é castigado, mesmo, de verdade, cruelmente. Até os nove anos é um mundo que a criança vive, entende e aprende que as coisas têm consequências, que as coisas têm moral, têm o certo e o errado, o feio e o belo, o horrível e o maravilhoso, e elas vivem dentro desse ambiente.

Depois a criança ainda aprende com contos, o conto continua sendo um caminho que faz a ponte entre o acordar e o dormir. É muito estranho eu falar assim, mas essa é uma coisa fundamental pra aqueles que querem que seus filhos sejam saudáveis emocionalmente, que é a hora do dormir. Essa hora do dormir é importante sempre, a vida inteira, pra nós adultos também, e a gente precisa fazer uma ponte porque a criança ainda não tem essa ponte, ela está, mesmo às vezes durante o dia, no mundo do sonho.

A medida que ela vai crescendo vai ficando mais separado esse mundo, ela precisa ser levada pro sono de uma forma saudável. Essa é a hora de você sentar gostoso ao lado dela e contar um conto, ou ler um conto, um conto que você adulto goste, entenda, aceite e ache certo. Você conta um conto, canta uma canção, faz uma oração, dá boa noite, encosta a porta, deixa uma luzinha do corredor ou do banheiro acesa e sai pro seu tempo de adulto e ela vai pro mundo do sono, sonho, pro mundo espiritual.

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Dica de Livro "O Violinista" - Casinha das Letras

A menina de cabelos vermelhos, linda Maria Helena, da “Casinha das Letras”, no programa “Ninho na Tv” de hoje nos da a dica de um belo livro “O Violinista” de Colin Thompson. Sinopse: Lançado na Austrália em 2003, O Violinista está no shortlist do "The Children Book of the Year Award", prêmio concedido pelo "Children’s Book Council of Austrália". Faz muito tempo que Oscar toca seu violino na calçada do teatro.

Todas as noites, enquanto as pessoas fazem fila para comprar ingressos, Oscar enche o ar com sua música e como eco de seus sonhos perdidos. Nesses sonhos, ele é o maior violinista que já existiu, e sua jovem filha, Marieta, que já se foi há muito tempo, é uma grande Bailarina.

Então, um dia, o sonho de Oscar se realiza...

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Audiovisuais para Criancas - Dra. Maria Auxiliadora Gabarra

A pediatra, Dra. Maria Auxiliadora Gabarra, no “Ninho na Tv”, fala sobre o que acontece quando a criança pequena fica na frente da televisão, computador, tablet. Dra. Auxiliadora: “A criança atualmente tem acesso a televisão, tablet, computador de uma forma bem precoce. Eu acho que quem cuida de criança, quem tem criança precisa pensar porque que é interessante ou não interessante e em que época que isso poderia ser introduzido. A criança quando nasce não tem conhecimento nem do próprio corpo dela, quanto mais do ambiente em que ela vive.

Então ela começa se conhecendo primeiro e depois conhecendo o meio ambiente. Você nota que quando o bebê começa a se desenvolver ele começa a descobrir que tem a mão, olha a mão, admira a mão, leva a mão na boca. Depois ele levanta os pés e começa pegando os pezinhos, está conhecendo os pés. Depois disso ele percebe que existe uma barriga que liga perna com braço. Ele começa montando toda a imagem corporal dele no cérebro e isso é fundamental, que ele tenha uma boa imagem corporal dele pra ele saber onde acontecem as coisas no corpo dele.

Depois que ele dominou o corpo ele vai passar a engatinhar, a andar pelo chão e conhecer a casa em que ele vive, todos os buraquinhos que têm no piso, todos os móveis que têm, ele vai explorar. Ele precisa conhecer esse ambiente onde ele vive. Ele precisa se conhecer, conhecer o meio ambiente onde ele vive pra depois ele sair pro mundo. Ele tem que ter experiência, saber que se ele empurrar uma cadeira, ela se move, saber que tem um móvel que é mais pesado, que se ele empurrar, ele não consegue movimentar, então isso é experiência, você sabe e eu sei, mas ele não sabe ainda. Ele sabe que tem uma arvore ali fora, mas ele não sabe se ela é presa com raiz ou com cimento na terra, ele precisa conhecer isso.

Essa experiência é uma experiência concreta, não é uma experiência que ele vai ver no audiovisual. Ele tem que conhecer concretamente pra ter uma visão em três dimensões daquilo que ele está vendo. Depois que ele tiver com um conhecimento adequado desse meio ambiente, a introdução do audiovisual não vai prejudicar em nada, mas se a gente fizer de uma forma inversa, a gente pode provocar um mau desenvolvimento do sistema nervoso central da criança. Isso foi um assunto muito discutido nos Estados Unidos, que estão ha muitos anos na nossa frente, diante essa parte das mídias.

E o que eles perceberam? Perceberam que os indivíduos que já estão lá, desde os anos 70 que eles estão com esse audio visual, perceberam que existia uma diferença no adulto que teve inicialmente o contato com audiovisual e aquele adulto que na infância precoce, bem na primeira infância, ele teve contato com o concreto e depois com audiovisual. Então eles eram adultos diferentes.

O que tinha contato com o concreto, normalmente ele era um indivíduo muito mais criativo, muito mais pronto pra varias soluções e o que era colocado frente ao audiovisual numa fase precoce, ele não tinha a mesma criatividade. Então a gente precisa desenvolver, os dois hemisférios que a gente tem dentro da cabeça, um que se volta mais pro raciocínio, pro concreto, pra parte cognitiva e a outra parte é a da criatividade.

Então nós temos 50% de cada lado, a gente não pode anular esses 50% que é a parte que depende desse conhecimento concreto pra se desenvolver.

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Teste do Olhinho - Dra. Carolina Mendes Carbonari

A Dra. Carolina Mendes Carbonari fala pro “Ninho na Tv” da importância do teste do olhinho em bebês. Dra. Carolina: “A criança quando nasce ela não tem a visão desenvolvida, até mais ou menos uns 15 dias de vida ela tem só uma noção do claro e escuro. A visando da criança desenvolve muito rápida principalmente no primeiro ano de vida.

Quanto mais cedo descobrir alguma alteração, mais cedo fizer um diagnóstico, quanto mais rápido for o tratamento, maiores é a chance de reverter. A gente vai falar o cuidado desde o pré natal que é o cuidado precoce.

Então no pré natal você pode descobrir doenças como rubéola ou toxoplasmose, que sano doenças que afetam o olho da criança. Por exemplo a toxoplasmose pode dar uma mancha lá no fundo do olho, que é a retina, a rubéola pode dar uma catarata congênita e são coisas que o tratamento tem que ser feito muito rápido.

O primeiro exame oftalmológico é o teste do olhinho, assim quando a criança nasce, como o teste da orelhinha pra saber se a criança escuta bem, tem o teste do olhinho. Pediatra pega um aparelho, que chama oftalmoscópio, e faz o teste, que nada mais é que uma luz que bate atras do olho, na retina, e o pediatra observa o reflexo vermelho que tem que ser um reflexo simétrico, bem parecido entre os olhos e vermelho.

Se nesse exame tiver alguma alteração, tem que ser encaminhado o mais rápido possível pra um oftalmologista. Por exemplo uma diferença no reflexo pode ser a catarata, pode ser até algo mais grave, um tumor e todos têm que ter tratamento muito rápido.

É interessante que 60% dos casos de cegueira ou de qualquer deficiência visual, poderiam ter sido evitados se tivesse sido feito um diagnóstico precoce.

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Formação dos Hábitos Alimentares da Criança - Nutrindo a Vida

A educadora alimentar e nutricionista, Bianca Valim, fala pro “Ninho na Tv” sobre os hábitos alimentares na infância. Bianca: “A Formação dos hábitos alimentares da criança começa na gestação. Tudo o que a mãe come durante a gestação, o bebê sente através do liquido amniótico.

Depois durante toda amamentacão, tudo o que a mãe ingere, sabores, odores, também o bebê sente através do leite materno. A partir dos seis meses iniciamos a introdução dos alimentos.

É fundamental oferecer alimentos naturais, integrais e de preferência orgânicos.

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